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- O reaparecimento em força e em acção das Comissões e Associações de moradores.
- Ver finalmente os imigrantes nas ruas. Raramente aparecem, não sei se mais por falta de informação ou mais por medo de mostrar a cara (e que a polícia apareça para uma rusga). – (eu aposto na segunda…)
- Ver finalmente uma manifestação dominada pela cidadania e por associações de cidadãos, em que os partidos políticos presentes estiveram “por arrasto” e não na liderança nem na organização.
Também foi muito bom ver mais gente do que eu tinha esperado.
Artigo 65.º
(Habitação e urbanismo)
Pode ler-se no número 2 do artigo o que cabe ao Estado fazer para assegurar o número 1. Ora, cabe-lhe, mas não faz. Por isso, os moradores dos bairros mais afectados pelas demolições, fizeram este manifesto.
Também por isso, amanhã a Plataforma Artigo 65 assinala o fim das Primeiras Jornadas da Habitação:

Este é o primeiro parágrafo do artigo da Leonor Baldaque no Público de ontem, dia 23 de Fevereiro (calma, o título não se refere ao artigo, obviamente; mas sim aos acontecimentos que descreve e ao mandante dos ditos):
Aqui descreve-se a razia (rafle) com mais detalhe.
Rafle, a palavra usada na imprensa para descrever estes acontecimentos, é a mesma que os franceses já conhecem das razias do governo de Vichy. Cá por mim, acho que lhe assenta muito bem.
Quanto ao mandante, também ele «visiblement étranger» (polaco), não me lembro de mais palavras para completar o título e chamar ao criminoso Sarkozy. Aceitam-se sugestões.
Já percebi. Fica na página “Músicas” na barra lá de cima uma ligação para a página onde estão as minhas músicas. Nessa página, basta clickar para aparecer um player.
Assim já posso ficar descansada! Ainda vou a tempo para me juntar à homenagem ao Zeca!
Fora isso, a WordPress promete novidades no campo da música no blog. Esperemos que seja para breve.
Pronto, já está: defeito número um da casa. Não dá para músicas a não ser a partir de um site que eles autorizam e que não tem nada que se oiça.
Vou tentar de outro modo, a ver se a coisa dá… Já volto!
…e o mar ao fundo fazem-me bem.
Aqui quero falar de tudo e de nada e do mais que me apetecer.





