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  • O reaparecimento em força e em acção das Comissões e Associações de moradores.
  • Ver finalmente os imigrantes nas ruas. Raramente aparecem, não sei se mais por falta de informação ou mais por medo de mostrar a cara (e que a polícia apareça para uma rusga). – (eu aposto na segunda…)
  • Ver finalmente uma manifestação dominada pela cidadania e por associações de cidadãos, em que os partidos políticos presentes estiveram “por arrasto” e não na liderança nem na organização.

Também foi muito bom ver mais gente do que eu tinha esperado.

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Artigo 65.º
(Habitação e urbanismo)

1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.

Pode ler-se no número 2 do artigo o que cabe ao Estado fazer para assegurar o número 1. Ora, cabe-lhe, mas não faz. Por isso, os moradores dos bairros mais afectados pelas demolições, fizeram este manifesto.

Também por isso, amanhã a Plataforma Artigo 65 assinala o fim das Primeiras Jornadas da Habitação:

A Plataforma Artigo 65, com vista a defender o direito à habitação consagrado no Artigo 65.º da Constituição da República Portuguesa, convoca igualmente uma Manifestação / Marcha pela Habitação no domingo, dia 25 de Fevereiro, que terá início na Praça da Figueira pelas 15h00.

Este é o primeiro parágrafo do artigo da Leonor Baldaque no Público de ontem, dia 23 de Fevereiro (calma, o título não se refere ao artigo, obviamente; mas sim aos acontecimentos que descreve e ao mandante dos ditos):

Terça-feira, 30 de Janeiro, no terraço central da Place de la République, a associação Restos du Coeur, responsável pela repartição gratuita de sustento aos mais desfavorecidos, organiza a distribuição de 400 refeições. Nesse mesmo dia, por requisição do procurador da República, a polícia aguarda os pobres. A colheita de pessoas em situação ilegal foi boa. A distribuição de refeições transformou-se em armadilha.
O resto do artigo merece leitura.

Aqui descreve-se a razia (rafle) com mais detalhe.

Rafle, a palavra usada na imprensa para descrever estes acontecimentos, é a mesma que os franceses já conhecem das razias do governo de Vichy. Cá por mim, acho que lhe assenta muito bem.
Quanto ao mandante, também ele «visiblement étranger» (polaco), não me lembro de mais palavras para completar o título e chamar ao criminoso Sarkozy. Aceitam-se sugestões.

Durante todo o dia vai valer a pena ouvir o site da AJA (ao entrar, abre automaticamente uma janela pequena, que é uma espécie de Rádio Zeca Afonso) e/ou a Antena 1, que vai fazer uma homenagem.

 

Zeca

Escrevi assim no Assédio sobre o Zeca.

Já percebi. Fica na página “Músicas” na barra lá de cima uma ligação para a página onde estão as minhas músicas. Nessa página, basta clickar para aparecer um player.

Assim já posso ficar descansada! Ainda vou a tempo para me juntar à homenagem ao Zeca!

Fora isso, a WordPress promete novidades no campo da música no blog. Esperemos que seja para breve.

Pronto, já está: defeito número um da casa. Não dá para músicas a não ser a partir de um site que eles autorizam e que não tem nada que se oiça.

Vou tentar de outro modo, a ver se a coisa dá… Já volto!

…e o mar ao fundo fazem-me bem.

Aqui quero falar de tudo e de nada e do mais que me apetecer.

Auditoria

Que se lixe a troika