Parece-me que esta coisa do mausoléu ao Salazar em Santa Comba ainda vai dar que falar, por isso abro o tema e hei-de ir dizendo umas coisas aqui e ali, consoante a oportunidade e o tempo.

Primeiro, é de notar a facilidade com que se abre um mausoléu de adoração ao facínora, e a dificuldade que o Movimento Não Apaguem a Memória tem tido para conseguir um espaço para um verdadeiro museu sobre a ditadura, a tortura, as prisões, a censura: enfim, a obra do dito facínora!

Como análise do fenómeno social e da memória colectiva, fica a ligação para o post do Miguel Vale de Almeida. Muito bem visto!

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