Anda nos corredores um zum-zum. Uns despedimentos aqui, umas pistas acolá, um boato no Porto, outro em Lisboa, vai-se montando o puzzle. Se fosse feito com frontalidade e honestidade não teria metade da piada.

Hoje é “oficial”, digamos assim, porque saiu no jornal. Acontece que continua tudo no ar, não há projecto, não se sabe o que se quer fazer, só se sabe o que se quer destruir. É uma questão de escolha política: primeiro destruir e depois logo se vê.

Sabe-se de um tal “estudo”. Ponho-lhe aspas porque para ser Estudo, os estudiosos deviam ter estudado. Segundo o “estudo” os conservatórios não têm aproveitamento.

A questão está bem explicada no artigo, não vou repetir.

Um assunto para acompanhar.

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