Também já um velho conhecido dos franceses, sobretudo dos mais novos. Foi o autor da lei Fillon que em 2005 causou a primeira das “revoltas“e que têm marcado as primaveras francesas.

Nesta altura foram os estudantes e professores do secundário. A lei previa substituições de professores à hora; bolsas de mérito (quase exclusivamente); separação precoce dos bons e dos maus alunos, baseada na teoria dos dons inatos; estreitamento dos conhecimentos a adquirir no secundário, diferenciação das escolas segundo a sua qualidade (para além da diferenciação que existe e é inerente ao sistema francês das grandes écoles e dos lycées como o Henry IV…). Ou seja, quem não tinha as condições xpto nunca teria ajuda para poder mudar ou melhorar.

E era isto um ministro da educação que agora se faz primeiro-ministro.

Esperemos que a moda não pegue… …mesmo… é que para pior já basta o Sócrates. 

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