Este post começou por se chamar “Retratos de uma geração”, porque queria destacar este discurso curto, conciso, muito directo e, por isso mesmo, brilhante do João Pacheco. Estava a lembrar-me de mim e da maioria dos meus amigos desta nossa geração trinta e qualquer coisa.

Depois lembrei-me do Contre-feux do Pierre Bourdieu que já tem mais de dez anos.  Logo em seguida ocorreu-me ainda este post de ontem da Joystick.

O João Pacheco tem toda a razão: “(…) o que está em causa é a democracia. Mas não é de hoje, nem sequer é já notícia. É um flagelo com décadas, que alastrou exponencialmente nos últimos anos com a impunidade instalada, mas não é novo. Não é portanto um retrato de geração: é um retrato da desumanidade do Mundo.

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