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“Mas as reivindicações não se ficaram por aqui. Além de preconizar a redução do número de feriados, e como forma de contrabalançar a subida do salário mínimo, a ATP reclamou a isenção dos descontos para a Segurança Social das horas suplementares, a limitação dos montantes globais das indemnizações por despedimento, bem como a alteração do pagamento do total do rendimento anual dos trabalhadores de 14 para 12 meses, ou seja, o fim dos subsídios de Natal e de férias.”

E o rabinho lavado com água de azeitonas, já agora, não?

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Três estudantes foram interpelados pela polícia, presos e interrogados por estarem a afixar este cartaz.

Felizmente a Unef não se deixou intimidar e o cartaz começa agora a aparecer em todo o país.

 

O tipo sempre podia ao menos ter alguma originalidade…  vir copiar o Sócrates?

Sinceramente!

Como será que se diz “macaquinho de imitação” em francês?

 

Nós europeus somos mesmo bons nesta coisa de repetir a História, mas os franceses são peritos. Veja-se só onde já vão outra vez. Que tal? Já faltou mais!
Num golpe de abertura, sim… porque apesar do que se diz, o presidente não é um ditador. Mostra-se aliás magnânime na sua permissão para que a ministra continue no posto. De qualquer modo não fará grande diferença…
Tudo porque uma nova lei presidencial (parece que naquelas paragens já só há leis deste género) a França passa a exigir testes de ADN para o reagrupamento familiar.

Esta entrevista é muito interessante para vermos como é que hoje um país sem analfabetismo e com meios de informação livre e plural, se deixa levar em histerismos, medos literalmente plantados para fins eleitorais, demagogias e populismos racistas. De como na Europa habituada a ridicularizar os eleitores de Bush, os medos se podem implantar e alimentar, enquanto os direitos vão sendo atropelando sempre em nome da segurança…

Aqui, por exemplo, e noutros muitos casos que me lembram imediatamente: o sindicalista posto em coma e deixado sem assistência pelos CRS enquanto estava sentado no chão em resistência pacífica numa manifestação, os dois jovens que morreram electrocutados, as centenas de relatos de prisões abusivas e sempre violentas de jovens – muito jovens – em manifestações, os controlos diários e brutais nas cités e no metro, as crianças das escolas e as associações distribuidoras de sopa pelos sem-abrigo utilizadas como isco para prender os imigrantes ilegais… desde os anos 90 – talvez mesmo antes – a semente foi sendo regada. E cresceu: certo é que numas eleições democráticas se elege um Sarkozy.

Falta saber onde isso nos vai levar, cheira-me que ainda só vamos no princípio… O TEDH bem pode refilar, quem tem o poder é que manda, e quem paga as multas do país são os outros.

O Mudar de Vida é um jornal com várias contribuições, entre as quais de José Mário Branco, que começa por lançar tema para um debate a sério e muito necessário.

Os “Patos libertários” são malta amiga, têm como referência óbvia um conhecido jornal francês cuja ironia cortante tem tirado o sono a sucessivos governantes e juntaram-se num blog que promete ser inovador e diferente.

… é ver o patrão fazer todos os erros de Recursos Humanos e Sociologia do Trabalho que na faculdade se aprendeu a não fazer.
… é ter estudado Direito do Trabalho e no emprego fazer papel de analfabeto.
… é chamar emprego a uma falsa prestação de serviços.
… é chamar salário aos honorários.
… é trabalhar formalmente por conta própria, mas ter um patrão.

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“J’ai passé une excellente soirée, mais ce n’était pas celle-ci.”

 Grouxo Marx

 

Não sei se a lei do ruído contempla os níveis da música nos bares e discotecas (não em relação às habitações à volta, mas dentro do estabelecimento). Se não está legislado, devia estar. Se está, o seu cumprimento devia ser fiscalizado.

A frase do título é muito habitual. Dantes era-se analfabeto porque não se ía à escola, agora vai-se à escola, mas a taxa de analfabetismo efectivo teima em não descer.

Mas os órgãos de comunicação social têm obrigações. Uma notícia sobre o Sputnik no Telejornal da RTP1 não pode ter esta frase como legenda. Não é admissível. Não é exigência demasiada, nem preciosismo bacoco exigir que uma pessoa que trabalha precisamente em legendagem na televisão pública saiba distinguir e à!

A situação na Birmânia é conhecida e agrava-se de dia para dia. As prisões sucedem-se e os direitos dos presos são nenhuns.

Corre na internet uma petição / campanha de apoio aos manifestantes birmaneses. É assinar passar mensagem.

Foi ontem, e eu não postei porque estive precisamente a fazer música, que é uma coisa muito boa! Há quem diga que é melhor ainda que uma outra coisa também muito, muito boa… eu acho que tem dias, como tudo! Às vezes é de facto orgásmico estar em palco.
Quem nunca esteve em cima de um palco, com projectores acesos e o público ali mesmo em frente a rir e a chorar com o que se conta/canta, não sabe (o) que perde (n)a vida.

Pronto, agora já sabem com que disposição se chega a casa depois de ter estado em palco, mesmo sabendo que no dia seguinte há o mesmo escritório à espera à mesma hora.

Auditoria

Que se lixe a troika